Por que existimos? Qual o sentido da vida? O que somos? Para onde vamos? Essas clássicas perguntas há séculos atormentam
ARTIGOS JURÍDICOS ENVOLVENDO VÁRIAS PROVÍNCIAS DO DIREITO COM REFERÊNCIA À LEGISLAÇÃO E COMENTÁRIOS A SÚMULAS DOS TRIBUNAIS SUPERIORES - STJ e STF,JURISPRUDÊNCIA COMENTADA, MÚSICA POPULAR BRASILEIRA E SEUS ÍDOLOS, ATUALIDADES, FILOSOFIA DO COTIDIANO, ASSUNTOS DO DIA A DIA E MUITAS OUTRAS CONVERSAS.
quinta-feira, 20 de maio de 2010
quarta-feira, 19 de maio de 2010
LÍNGUA
A língua é um animal feroz que devemos manter na jaula, pois, com muita frequência, nos coloca em situações embaraçosas.
domingo, 16 de maio de 2010
COLHEITA FELIZ
Participo de uma rede de relacionamento bem conhecida, o ORKUT, e já havia sido convidado a participar de um jogo chamado colheita feliz.
segunda-feira, 10 de maio de 2010
RENOVAÇÃO
Tudo passa, inclusive a vida, a renovação acontece a cada nascer do sol. Há sempre uma luz no fim do túnel. Mesmo o desconforto é transitório, muito embora quando ocorra pareça durar uma eternidade. Faz parte do ciclo da existência, só se valoriza o calor quando se teve frio, as manhãs após uma noite escura. E assim caminhamos.
domingo, 9 de maio de 2010
A TODAS AS MÃES
Falar de mulher no dia de hoje é falar de mãe. Sempre tive admiração e respeito pelas mulheres, responsáveis pela continuidade de nossa espécie. Isto porque, em sua maioria, se dedicam aos filhos, carregando-os desde o ventre até o último suspiro de vida. Tudo em sociedade parece fazer referência a ela.
MÃE
Palavras, calas, nada fiz
Estou tão infeliz
Falasses, desses, visse não
Imensa solidão
Eu sou um Rei que não tem fim
Que brilhas dentro aqui
Guitarras, salas, vento, chão
Que dor no coração
Cidades, mares, povo, rio
Ninguém me tens amor
Cigarra, camas, colos, ninhos
Um pouco de calor
Eu sou um homem tão sozinho
Mas brilhas no que sou
E o teu caminha e o meu caminho
É um nem vais nem vou
Meninos, ondas, becos, mãe
E só porque não estais
És para mim que nada mais
Na boca das manhãs
Sou triste, quase um bicho triste
E brilhas mesmo assim
Eu canto, grito, corro, rio
E nunca chego a ti
Caetano Veloso
Estou tão infeliz
Falasses, desses, visse não
Imensa solidão
Eu sou um Rei que não tem fim
Que brilhas dentro aqui
Guitarras, salas, vento, chão
Que dor no coração
Cidades, mares, povo, rio
Ninguém me tens amor
Cigarra, camas, colos, ninhos
Um pouco de calor
Eu sou um homem tão sozinho
Mas brilhas no que sou
E o teu caminha e o meu caminho
É um nem vais nem vou
Meninos, ondas, becos, mãe
E só porque não estais
És para mim que nada mais
Na boca das manhãs
Sou triste, quase um bicho triste
E brilhas mesmo assim
Eu canto, grito, corro, rio
E nunca chego a ti
Caetano Veloso
sábado, 8 de maio de 2010
CHEGA DE MÁGOA
É curioso como os seres humanos, em boa parte das vezes, não conseguem ou não têm coragem de externar seus sentimentos e opiniões diretamente e, talvez, por isso causem tanto dano no trato social, pois acabam criando mal estar. Indiretas, falar de um fato envolvendo uma pessoa em tom de voz alto, a fim de que esta ouça, escrever textos dúbios mudando apenas nomes, são formas usadas por muitos.
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